Língua

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

continuei lendo o rOY wAGNer, me preparando para a prova de Antropologia Contemporânea.

"A crítica pós-moderna diz respeito a nós mesmos, ou seja, aos antropólogos. Clifford talvez seja o exemplo mais nítido. A suposição de que “somos todos nativos” significa isto: ‘nós', antropólogos, também somos nativos. É uma afirmação que recai sobre o Mesmo. A ideia de Wagner, “somos todos antropólogos”, ao contrário, recai sobre o Outro. Ela quer dizer: ‘eles', os nativos, também são antropólogos. Os pós-modernos proclamavam a condição nativa do antropólogo, embora pareçam claramente estar pensando: somos nativos, tudo bem, mas somos mais alguma coisa. Wagner, ao proclamar a condição antropológica do nativo sugere uma implicação mais interessante: eles são antropólogos, mas não são apenas isso. Ou seja, eles são antropólogos, mas de modos muito diversos do que supõe nossa vã epistemologia." (tirado da resenha de Flávio Gordon)

e provei uma cerveja excelente: DaDoBier, a primeira microcervejaria do Brasil, fundada em 1995 no sul

fiquei também com vontade de conhecer melhor o Jarmuch dos primeiros tempos (quanto a mim o melhor) porque me mandaram este vídeo com uma cena do seu primeiro filme, Permanent Vacation, que ele fez em 16mm logo após sair da escola de cinema.

Sem comentários:

Enviar um comentário