continuei lendo o rOY wAGNer, me preparando para a prova de Antropologia Contemporânea.
"A crítica pós-moderna diz respeito a nós mesmos, ou seja, aos
antropólogos. Clifford talvez seja o exemplo mais nítido. A suposição
de que “somos todos nativos” significa isto: ‘nós', antropólogos,
também somos nativos. É uma afirmação que recai sobre o Mesmo. A ideia
de Wagner, “somos todos antropólogos”, ao contrário, recai sobre o
Outro. Ela quer dizer: ‘eles', os nativos, também são antropólogos.
Os pós-modernos proclamavam a condição nativa do antropólogo, embora pareçam claramente estar pensando: somos nativos, tudo bem, mas somos mais alguma coisa. Wagner, ao proclamar a condição antropológica do nativo sugere uma implicação mais interessante: eles são antropólogos, mas não são apenas isso. Ou seja, eles são antropólogos, mas de modos muito diversos do que supõe nossa vã epistemologia." (tirado da resenha de Flávio Gordon)
e provei uma cerveja excelente: DaDoBier, a primeira microcervejaria do Brasil, fundada em 1995 no sul.
e provei uma cerveja excelente: DaDoBier, a primeira microcervejaria do Brasil, fundada em 1995 no sul.
fiquei também com vontade de conhecer melhor o Jarmuch dos primeiros tempos (quanto a mim o melhor) porque me mandaram este vídeo com uma cena do seu primeiro filme, Permanent Vacation, que ele fez em 16mm logo após sair da escola de cinema.
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