Não há como passar o dia com temas complicados como o naturalismo das emoções, filosofia da ética, metaética, a comparação da Antropologia da Face Gloriosa com a da Face Saudosa (vídeo que minha amiga Ana fez para o Museu Encantador e que pretendo usar pra ilustrar meu trabalho), as razões culturais e simbólicas para as emoções exprimidas no rosto (com água gergelim geleia de morango e recusa de idas ao festival do Rio e à praia pelo meio), para chegar aqui, procurando por uma entrevista da Amália que lembrava que vi há meses em que ela fala da saudade, e de como para o português o choro é uma emoção que é internalizada - chegar aqui agora, a esta deliciosa canção que eu nem sequer sabia que existia, entre o Rio de Janeiro e Lisboa, e que a única coisa que me faz pensar é, entre outras coisas, que a emoção tem muito que se lhe diga (será que cai do céu?), e ao invés de pensar, sorrir por exemplo quando diz "por falares portugueseiro já falo brasileirês"...
...e nada de encontrar a entrevista. O que encontrei foi a referência à música, que é da autoria do Carlos Paião, de 1982.












