Pensando na conversa que tive com dois conhecidos no Arco-Íris da Lapa,
às vésperas de viajar para Lisboa, em que falávamos de como o Rio é essa
cidade libidinal, à flor da pele, em que os encontros sempre
acontecem fora de casa, no exterior, e as
conversas não se aprofundam nunca... e de como isso pode ser irritante e
paradoxalmente libertador.
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