Ano passado a poeta Júlia Hansen me desafiou a escrever no seu blog sobre esse ano, numa altura em que minha mãe mudava para a casa de meu pai na costa, do outro lado do rio Tejo:
Essa ponte que a gente atravessava depois de vir da praia, e depois de passar o fim de semana andando de patins na garagem, é a mesma que revejo nos slides da casa, ainda sem a estrutura para o comboio em que vim agora
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